Parece nome de filme, mas não é. Deve haver algum.
Hoje comentei sobre isto no almoço da firma, o que considero a última barreira que impede o pleno viver de uma pessoa : falar o que deseja e não se importar com as consequências e julgamentos.
E aqui não me refiro a ser “malcriada”.
Como bem definiu minha amiga à mesa, “há coisas que você diz que te fazem sentir nua, então não é pra todo mundo ouvir”.
Mas sim, ainda há o medo de que “todos” saibam.
“Todos” é uma entidade abstrata que vai apontar dedos na sua cara e desdenhar dos seus sentimentos.
Uma tristeza minha é que no “todos” estejam incluídas pessoas queridas, com as quais me divirto muito, mas não confio. É triste mesmo, acreditem. Enfim…
Mais triste ainda é não vencer o desafio final.
Continuamos tentando e, enquanto isso, perdendo um belo de um tempo de potencial felicidade.
Ou com a esperança que nem tudo dependa de nossas palavras.
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