07 agosto 2008

Tirana

Não é que eu seja perfeita. Não é mesmo.
Mas, imagine a situação: Temos a tarefa A para ser executada pelas pessoas P1 e P2.
Considerando as habilidades (H) e limitações (L) de cada pessoa, a tarefa A será executada no tempo t com qualidade final Q.
Para ilustrar o problema, adotaremos t = 0 como "muito rápido", t = 100 como "muito lento". Para Q, o inverso, Q = 0 como "horrível" e Q = 100 como "excelente".
Digamos que eu seja P1. Se eu for uma especialista na tal tarefa, a tendência é que A seja executada no menor t e maior Q possíveis. Se não for o meu ponto forte, o t pode se prolongar até tornar-se quase injustificável, mas ainda assim posso chegar a um bom nível de Q. Ou t ficaria com um valor médio, porém Q deixaria a desejar. O pior cenário seria t muito alto e Q muito baixo.
Não adotamos CNTP para este exercício, o que significa que pode estar bem quente e acima do nível do mar. Digo, que outras tarefas e outras pessoas podem me ajudar ou atrapalhar na execução de A.
Usaremos DT como "outras tarefas", DP como "outras pessoas". Estas variáveis terão impacto direto em t e Q, a seguir :
Q = ( (H/L) * (A/ (DT*DP) ) ) / t, sendo L, DT, DP e t sempre maiores que 0.
Ou seja, eu reconheço que tenho limitações (L), que existem diversas tarefas para realizar (DT), que outras pessoas colaboram para que elas terminem ou estacionem (DP), que preciso de um tempo mínimo para que seja entregue algo com a qualidade desejada (t).
Eu, como P1, não sou nada perfeita.
No entanto, eu tenho a vontade V.
Q = V * ( ( (H/L) * (A/ (DT*DP) ) ) / t )
Se o meu V for zero, você já sabe o que acontece.
Eu, como P1, só queria ver mais vezes o V inflado, cheio de zeros à direita. Porque se eu tenho V = 100, 200, 1000, sim, eu exijo isso de quem estiver por perto.
P2 não é P1? E daí?
P2 é só mais um monte de zeros à esquerda.

P1 pode ser insuportável.

3 comentários:

Alexandre disse...

Matemática não, por favor. (rs)

Bom, vamos lá:

Mantenha foco no Q e procure trabalhar para que o V aflore. Mantenha um distanciamento cordial de política social de P2.

A tendência é P2 querer aniquilar você, mas siga com a equação que P2 irá ou se auto-destruir ou querer compartilhar do seu princípio matemático.

:)

Semiramis disse...

Concordo com o Alexandre, Matemática NÃOOOOOOOOOOOOOO!!!

Cristina disse...

Que medo dessas fórmulas O.o

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